Dezenas de vezes paramos para pensar: Porque agi assim?… Mas, eu não era contra isto??… Parvo(a)!Parvo(a)!Parvo(a)!… Onde será que bati com a cabeça!… Minha nossa!Quem me viu e quem me vê…

Infelizmente, muitas vezes somos obrigados por invisíveis impulsos indiscriminados a exercer determinada acção ou soltar determinada palavra que nos reprime a nossa própria existência a um momento miserável de indeterminável falta de consistência… Fazemos o que não desejamos realmente, dizemos o que na verdade não acreditamos, movemo-nos na direcção que nunca desejamos ir. E isso magoa-nos, cínge-nos a momentos que não queremos relembrar e, pior que isso, defínha-nos por fazermos outros se sentirem extremamente magoados com as nossas atitudes impensadas…

Mas, afinal, porque razão agimos assim? Será a nossa pura alma egoísta? Ou o nosso sentido egocêntrico?… E poderemos evitar de o fazer?

Sinceramente, acho que não. Somos autênticas Geishas da nossa cultura – importâmo-nos extremamente com o que transmitimos ao mundo mas somos “escravos” da nossa ”humanidade precoce” que nos leva a buscar o prazer pela superioridade e ao inferiorizarmos quem adoramos deixamo-nos ainda mais pobres…

One Response to “Geishas da nossa natureza maleficamente humana…”

  1. Bruno Says:

    Concordo plenamente contigo, eu partilho a opinião que a nossa alma é mesmo egoísta, por vezes fazemos essas acções no sentido de nos colocar em situação de bem-estar, mesmo que isso vá contra todos os nosso principios ou dogmas, vendemo-nos facilmente em troco de bem estar, deixcamos de lutar para sermos apenas meras conchas vazias…
    Mais uma excelente reflexão.

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